Arte

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Tecido celulose-bacteriano

Em um dos meus vídeos preferidos do TED, Suzanne Lee, fashion designer, apresenta seu projeto de desenvolvimento de tecido por meio de uma cultura simbiótica de leveduras e bactérias.

Can we grow a dress from a vat of liquid? Suzanne Lee

Em uma grande banheira, Suzanne misturou açúcar a uma solução de chá verde e adicionou um pouco de levedura. Assim, obteve uma camada de couro compacta que pode ser utilizada como tecido para fazer roupas.
What I’m looking for is a way to give material the qualities that I need. So what I want to do is say to a future [insect], ‘Spin me a thread. Align it in this direction. Make it hydrophobic. And while you’re at it, just form it around this 3D shape.
Vocês já leram sobre esta pesquisa?
Vale a pena conhecer este rico processo. ↓↓↓

Beijos,

Luisa Mendes

A moça do brinco de pérola

foto Marcia Capovilla, modelo Ignez Capovilla

Ignez veste o lenço LE008 da coleção Elisa Queiroz

Beijos,

Luisa Mendes

Sonhar colorido faz bem!

Hélio Coelho tem a mão tagarela.

Artista plástico, designer, ilustrador e produtor gráfico tem o ato compulsivo de desenhar.

Hélio  C O E L H O

Na verdade, creio que Hélio não seja um coelho, penso que ele é um Pã

deus das grutas e dos bosques, metade animal e metade homem, inventor da flauta cujo som regozijava deuses, ninfas, homens e animais.

No entanto, o que prevalece para o artista é o lápis sob o signo da flauta.

A mão tagarela from erly vieira jr on Vimeo.

Esta é a virtude que o trabalho do artista evoca, soprando uma brisa suave que conduz os animais de todas as espécies a dançarem conforme sua nota.

Na coleção Hélio Coelho para o projeto Arte para Vestir, as garatujas do artista encontram nas camisetas brancas e nos lenços, massa passiva para se reverberar.

Assim, no meu, no seu, no nosso corpo assumem cor e textura. Pois canetinhas de tecido vão junto com as peças brancas.

kit Sonhar colorido faz bem.

Beijos,

Luisa Mendes

Revestida por Giacometti

Definitivamente Alberto Giacometti é um artista que me encanta. Durante o processo de pesquisa para a palestra “O cultivo da Criatividade”, proferida por mim durante o Vitória Moda Show 2012, li o livro Um retrato de Giacometti, de James Lord. Nele, Lord relata sua experiência de posar para Giacometti durante 18 dias. Estes relatos apresentam um Giacometti em eterna busca pela forma:

O engraçado, observou depois de algum tempo, é que simplesmente não consigo reproduzir o que vejo. Seria preciso morrer disso para conseguir.

Para ele, a situação não era nem um pouco divertida. Quando falava em morrer, parecia acreditar realmente naquilo. No entanto continuava a trabalhar. Essa é a essencial, a intolerável dualidade de sua vida. Afirma Lord.

É claro que nesta altura eu já estava tomada por todo o universo Giacometti, então, quando estive no Rio de Janeiro, há duas semanas, não tardei em conferir a bela retrospectiva que o MAM apresenta.

Esculturas, pinturas e desenhos belíssimos que abrigam toda a dualidade e precisão do artista. Mas o que não sabia e compartilho com vocês é que Alberto também fez um lenço, em 1959, encomendado por seu galerista Aimé Maeght.

O mesmo foi exposto na Louis Vuitton Flagship por um curto período, coincidindo com o lançamento de uma edição limitada de lenços.

A relação entre moda e arte é um condutor do meu trabalho, como vocês sabem, então não poderia ser de outra forma não é! sai da exposição com vontade de levar o lenço comigo!

Revestida por Giacometti ♥

Beijos,

Luisa Mendes

 

Comelância

A vídeo instalação Comelância, é composta por uma melancia de 5 kg e um monitor de vídeo de 3″ que exibe imagens da artista Elisa Queiroz devorando uma melancia. Esta visualização é permitida por meio de uma abertura em formato de coração.

Este é um dos vários trabalhos produzidos pela artista, e referência para a coleção de lenços do dia das mães.

Instalação exibida na exposição Quanto Mais Arte Melhor, UFES, 2005

Ref.:LE004, 120x120cm

Beijos,

Luisa Mendes