Neil Harbisson

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Por falar em Moda

Este ano, ganhei vários presentes valiosos no que se refere à pesquisa de moda. Hilal Sami Hilal me presenteou com a coleção de revistas de sua mãe, uma série que contempla edições da Carnet de Mode, Biancheria di Elegantissima e Burda, todas da década de 70. Mais recentemente, ganhei da Lara Felipe moldes de vestidos de noiva/madrinha, e vestidos para “misses and women´s” também da década de 70. Só tenho que agradecer pelo carinho em poder pesquisar nestas preciosas fontes .

Semana passada, lendo uma das revistas, encontrei uma folha destacada que parece ser um texto da editora da revista Claudia Moda, Maria da Penha Bueno de Moraes, sobre o outono de 1987.

De fato, este texto sobre as tendências outono 87 é um reflexo da sociedade da época e concomitantemente sua beleza vista pelos olhos de Maria da Penha, leia-se revista Cláudia Modas.

Algumas transgressões são permitidas, especialmente às mais jovens (de idade ou de espírito), como a fantasia da mulher-flor ou da mulher-boneca, referenciadas pela saia balonê.

Se compreendermos que a beleza é uma criação cultural e seu significado ganha novos formatos na medida em que relacionamos espaço/tempo, acredito que este editorial cairia muito bem à exposição La belleza, una búsqueda sin fin, aberta esta manhã no Museu da Evolução Humana, na cidade de Burgos/ Espanha:

Para muchos científicos el sentido de la belleza está relacionado con el pensamiento simbólico y la auto consciencia, lo que nos permite sumergirnos en los inicios de la humanidad y propiciar una reflexión sobre la capacidad simbólica de nuestra especie y las distintas formas de representación.  La Belleza, una búsqueda sin fin.

La muestra realiza un recorrido científico y cultural que permite reflexionar sobre el concepto de la belleza desde sus inicios hasta nuestros días e incluso adelantar cómo será la belleza del futuro. La exposición se divide en los siguientes ámbitos: ‘La naturaleza de la belleza’, ‘ Fascinación por la belleza’, ‘Generación de la toilette’, ‘Belleza, poder y cotidianeidad’, ‘Luces, cámara, acción’ y ‘Belleza: Ciencia y  futuro’ y abarca iconos singulares representativos a lo largo de la historia como los bifaces fabricados por el Homo ergaster, los collares egipcios o las diademas romanas.

También hay un espacio para el uso de la cosmética y de los pigmentos singulares utilizados a lo largo de los años, hasta los monumentales estilos de peinado de la época de Enrique IV. En el siglo XIX llegaría la primera agua de colonia y a principios del siglo XX el primer tinte sintético del cabello. Todo ello está representado en la exposición, en la que también se adelanta cómo evolucionará el concepto de belleza en el futuro.

Fiquei curiosa para ver essa mostra. Para quem se interessar, segue link que contêm o folder da exposição, com informações sobre a história da beleza e sua relação com o cinema e o futuro:

http://issuu.com/museoevolucion/docs/folleto_belleza

http://pinterest.com/11meh/la-belleza-una-b%C3%BAsqueda-sin-fin/

…… mas estou aqui apenas divagando com estas descobertas recentes, e compartilhando com vocês.

Ahh, só para terminar, vocês conhecem Neil Harbisson?

Então, acabei de descobri-lo (sério, só hoje!)

e para concluir este post, neste exato instante, queria saber o que é “belo” pra ele.

E para você?

Beijos,

Luisa Mendes